A cada dia vemos que a intolerância está mais e mais presente em nossas ações.
Não toleramos os que pensam diferente de nós , não toleramos o trânsito caótico (mesmo que seja na pequena cidade) não toleramos as religiões que não professamos, não toleramos o amor diferente, não toleramos os que estão em ritmo diferente do nosso......
São tantos os conflitos, os impasses, as discussões, os conflitos de interesses.
Mas também temos tantos exemplos de como enfrentar os conflitos, sem usar violência, a sermos tolerantes, a amarmos a verdade acima de tudo.
Da vivencia do Mestre dos mestre entre nós, da vida de não violência de Gandhi, do amor de Madre Tereza ao próximo, e de tantos outros, podemos tirar lições para nossos cotidianos problemas.
. Podemos separar o problema da pessoa que o está causando. Centralizemos nossa atenção no obstáculo e não na rivalidade com o outro. É importante lembrar que podemos realizar uma ação injusta ou equivocada, mas não é por isso que nos tornamos pessoas injustas ou equivocadas em todas as nossas ações.
. Podemos evitar o sentimento de rejeição. Muitas de nossas atitudes agressivas surgem de atos não conscientes das pessoas que estão a nossa volta. Procuremos enfrentar a situação com neutralidade, sem tanto envolvimento pessoal.
. Saibamos ouvir. É importante entender completamente o ponto de vista do outro.
É muito útil nos colocarmos no lugar dele, imaginarmo-nos na mesma situação. Nos colocarmos no seu lugar.
. Evitemos sempre o desejo de humilhar o adversário e mesmo de quem pensa diferente de nós. É comum usarmos o impasse ou o conflito para ofender ou desmascarar alguém. Reflitamos: isso não leva a nada e afasta toda possibilidade de um entendimento.
. Humildade ajuda sempre. O ego quer estar sempre provando que está com a razão. Se pudermos, deixemos ele um pouco de lado. Vamos lembrar que não queremos apenas ter razão, mas sim chegar a uma solução que beneficie as partes. Para isso é necessário dissolver a rigidez interna e abrir-se para o dialogo, estimular a cooperação.
. Se, mesmo olvidando todos os esforços, não conseguimos nenhuma possibilidade de entendimento, não desistamos. Aceitemos a derrota como sendo algo temporário. Podemos considerar que o outro (ou nós mesmos) ainda não estamos maduros para uma decisão de comum acordo.
Este momento chegará.
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