sábado, 20 de junho de 2009

Eu preciso dizer, mesmo que você diga: deixe pelo não dito!

Estou aqui, na companhia de minha inspiração divina, as 5 da manhã deste domingo (25/11/2007), depois de uma noite em que de alguma maneira, as barreiras do tempo não me aprisionaram.

São elas, as barreiras do tempo, a pior prisão humana. Pudéssemos nós, ultrapassa-las, deixar que somente nossos sentimentos verdadeiros viessem a tona, enxergaríamos que o amanhã e suas promessas e até mesmo o passado e seus registros, estariam libertos dos grilhões dos pré conceitos, dos ditos entendidos, dos dogmas estabelecidos, das máscaras sociais....e quiçá daríamos oportunidade a Platão, resgatando o milenar e incompreendido Amor Platônico. Mas isso é outra história, a que voltaremos a seu tempo (olha ele aqui, me limitando novamente).

Hoje quero falar de um tempo em que não há barreiras.
Para começar, entendo e espero que você também assim se coloque ao ler este texto, que somos todos um só, um todo harmonizado, que está livre dos grilhões que mencionei acima.

E como um todo, somos nosso próprio bem, mas principalmente somos o bem de todos, pois vibramos juntos na divindade, na eternidade e na luminosidade.

Quero que este todo harmonizado, assim permaneça, e quando sinto que a desarmonia é estabelecida, por temer-se a expressão de sentimentos incompreendidos, fica a angústia de romper, justamente, com o que pronunciamos, pensamos ou experimentamos como verdade para o individual, desarmonizando-o.


Todo sofrimento fere a nós mesmos. Não existe um ser nesse planeta que não esteja preso a esta cruel realidade.
Não existe classe social que consiga afastar de si este mal. Estamos todos presos ao tempo.
Tudo isso porque acreditamos que no futuro será diferente.
Porque estamos presos nas amarras do tempo.
Queremos a felicidade para amanhã. Porque realizaremos nossos sonhos só amanhã. Hoje é só pra lutar e sonhar!
No hoje, neste tempo do agora, temos que sofrer, viver segundo os conceitos pré-estabelecidos que herdamos.
Não concebemos romper a barreira do tempo e fazer do futuro o agora.

Não existe futuro. Estamos criando o mundo agora: escrevendo ou lendo esta mensagem, vendo tv, ouvindo música, repassando as mensagens boas que recebemos, comendo o que nós gostamos, dando carinho e atenção para quem precisa, pensando o que estamos pensando.
O tempo nos ilude quando acreditamos que amanhã não saborearemos tudo o que plantamos.
Cada palavra pensada ou proferida está carregada com a energia que transmitimos para o mesmo lugar onde estamos. Então, por que permitir as falsas palavras, falsas verdades?

Somos feitos da mesma matéria densa que um dia foi pensamento e que nunca se separou de nós.

O meu limite atual, onde ainda há o tempo, é o que ouço, vejo ou sinto, de algo ou alguém que me relaciono ou de mim mesmo.
Acredito, e é real pra mim!
Mas será que o que te disseram é verdade?
Eu, Nil, quero mais, olho mais, sinto mais, me permito mais, viro de vez a página onde está escrito o legado humano e escrevo a página que estou vivendo agora.
Sem as barreiras do tempo. Com os sentimentos que são meus, mesmo incompreendidos.
Se acredito, se o vivo.. é só uma questão de TEMPO.
A incompreensão ficará no não tempo e os sentimentos serão harmonizados pelo todo.
O meu e o seu potencial é maior! Levantar, comer, trabalhar, dormir, fazer amor, juntar dinheiro, é muito pouco mesmo... É muito material, é muito restrito.
É que nos disseram que o mundo era isso e acreditamos.
Mas somos muito mais!!!
Eu acredito e você?

Quero, desejo e torço para que você realmente acredite no que escrevi!
Eu escrevi, nós vivenciamos e somos felizes!

Acredite no hoje! As pessoas, aliás, a grande maioria delas, continua sentada, talvez sabendo de tudo, esperando que a iniciativa do ousar parta de outra pessoa.
Essa sua prisão que reflete em mim também.
Quero a liberdade! Do todo!
Não só minha!

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