sábado, 20 de junho de 2009

Amor, simplesmente amor!

Conseguiremos, nós humanos tão orgulhosos, pretensos auto-suficientes olhar à nossa volta e perceber que as pessoas que estão perto, as que estão longe, as jovens, as velhas, as que gostamos, as que evitamos, todas enfim, são uma preciosa e única manifestação Daquele que tudo criou, do Princípio Gerador da Vida?

Quando será que finalmente expandiremos nossa mente para muito além daquilo que limitadamente herdamos ou estalebecemos como crenças?
Quando será que conseguiremos enxergar muito além, unicamente, de nossos desejos, de nossa família, de nossos amores, de nossa comunidade?
Quando será que conseguiremos abraçar virtual e/ou amorosamente todos os seres que conosco partilham a terra, acolhendo-os sem teorias, pré-conceitos ou julgamentos, simplesmente com alegria?
Quando focaremos nosso viver na essência, na felicidade verdadeira?

Reconheceremos nossa Divindade, expandiremos nossa centelha interior?
Seremos capazes de ir além da ilusão do material?
Seremos capazes de perceber que somos protagoniostas deste permanente movimento de evolução, de nossa imortalidade?
Está na hora de pararmos de buscar fora de nós aquilo que sempre esteve em nosso interior, escondido!

É necessário abrir nossos olhos, permitir que eles vejam a perfeição, o infinito que nos é dado a cada manhã, a cada noite, a cada sorriso, cada abraço, na infinidade e multiplicidade de amigos, a cada beijo dado ou sonhado, a cada tempestade vivida.
É necessário que abramos a porta de nosso coração e percebamos que o infinito também manifesta-se na força real de nossa sintonia com o outros, mesmo que seja através do tc virtual.

A plenitude absoluta, o Todo, está na vida que nasce e se renova diariamente, mas também está no sentimento puro de amizade e afeto, no beijo e no afago espontâneos, na atitude desinteressada de apoio, solidariedade, de companheirismo.

Tudo isso não tem valor de compra ou de negociação. O valor está na troca entre aqueles que fazem da busca sua fonte de nutrição para a felicidade plena.

A maioria de nós corre, dia a dia, perdida ou cheia de indecisões, seguindo muitas vezes sinais traiçoeiros, mesmo sabendo qual o caminho a seguir, iludindo-se com mensagens de sucessos de determinados comportamentos ou atitudes, não querendo tomar posicionamento perante as encruzilhadas ou mesmo livrar-se de concepções que nos foram legadas e ainda externar sentimentos que nos parecem fora dos padrões estabelecidos.
E como conseqüência nos sentimos frustados ou com sentimento profundo de alienação que nos afastam do que é real e que sem percebermos nos retira o controle da existência, do nosso centro, da nossa missão, do que escolhemos antes de encarnar.

Mas….eu Nil,
como tantos outros seres a minha volta, percebo que alguma coisa de positivo está acontecendo, mesmo com o aparente caos que parece viver o planeta terra.
Penso que:
. por termos atendido aquele chamado que vem de dentro, que é forte, límpido, quente;
. por já termos alterado o ritmo e o rumo da maneira como viviamos;
. por termos tomado a decisão de aceitar que é possível realizar transformações do todo, a partir de transformação pessoal, é que talvez percebamos esta mudança positiva que está ocorrendo.

E isso nos faz andar por espaços desconhecidos com a tranquilidade de quem caminha seguro, de quem sabe que esteve preso por muito tempo e hoje não consegue se ater aos grilhões dos dogmas, do preconceito, das mentes pequenas, da incompreensão.

Caminhamos em busca de nossa essência, de forma suave, mas com a consciência de que, com persistência, seremos muitos semeando idéias e conceitos em nome de um Deus Pai/Mãe, sem separações ou dualidades, mas sim através do Todo que está em Tudo: o Amor Incondicional que um dia será compreendido como nossa força motriz.
Sejamos Amor! Incondicionalmente!

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